Falar sobre planejamento alimentar para atletas pode parecer complicado, mas a verdade é que entender o básico pode fazer uma diferença enorme no seu desempenho e na sua saúde geral. Não é só sobre comer mais ou menos, é sobre comer o que o seu corpo precisa, na hora certa. Pense nisso como dar o combustível certo para um carro de corrida: sem ele, o motor não funciona direito. E o mais legal é que, com um pouco de atenção, todo mundo pode melhorar a forma como se alimenta para praticar esportes, seja você um profissional ou alguém que gosta de se mexer no fim de semana.
Pontos Chave do Planejamento Alimentar para Atletas
- A alimentação é um pilar para o desempenho atlético, fornecendo energia, auxiliando na recuperação e prevenindo lesões. Um planejamento alimentar para atletas bem feito é estratégico.
- Carboidratos são a principal fonte de energia, proteínas ajudam na recuperação muscular e gorduras saudáveis têm efeitos anti-inflamatórios.
- Manter-se hidratado é vital. Em atividades longas, a reposição de eletrólitos é importante. Vitaminas e minerais também cumprem funções essenciais no corpo.
- O timing das refeições é importante: o que você come antes, durante e depois do treino impacta diretamente seu rendimento e recuperação.
- Cada atleta é único. Um planejamento alimentar para atletas deve ser individualizado, considerando modalidade, rotina e objetivos, e idealmente feito com acompanhamento profissional.
A Base do Planejamento Alimentar para Atletas
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Para quem leva o esporte a sério, seja amador ou profissional, a alimentação é muito mais do que apenas matar a fome. É um componente direto do seu desempenho e da sua saúde a longo prazo. Pense nisso como o combustível de alta octanagem que seu corpo precisa para funcionar no máximo, tanto nos treinos quanto nas competições. Ignorar isso é como tentar ganhar uma corrida com o tanque na reserva.
Nutrição Como Pilar do Desempenho
O rendimento esportivo de ponta não acontece por acaso. Ele é construído sobre uma base sólida, e a nutrição é um dos pilares mais importantes dessa estrutura. Uma alimentação bem planejada impacta diretamente a sua energia disponível, a velocidade com que você se recupera depois de um esforço intenso, a sua capacidade de evitar lesões e até mesmo o seu equilíbrio mental. Para atletas que buscam o topo, comer bem não é um luxo, é uma estratégia de jogo.
Necessidades Nutricionais Específicas do Atleta
Cada atleta é um universo particular. Suas necessidades mudam dependendo do esporte que pratica, da intensidade dos treinos, do seu metabolismo e até mesmo de fatores como sono e estresse. Não existe uma fórmula mágica que sirva para todos. É por isso que um plano alimentar precisa ser feito sob medida, considerando todos esses detalhes. Um nutricionista esportivo pode ajudar a mapear essas necessidades, usando ferramentas que vão desde a análise da composição corporal até a compreensão do seu gasto calórico diário. Isso garante que você esteja recebendo exatamente o que precisa, nem mais, nem menos.
O Papel Estratégico da Alimentação na Alta Performance
Quando falamos de alta performance, a alimentação se torna uma ferramenta estratégica. Ela não serve apenas para manter o corpo funcionando, mas para otimizar cada aspecto do seu rendimento. Isso significa ter energia de sobra para os momentos cruciais, músculos que se reparam rapidamente após o esforço e uma mente focada. Uma estratégia nutricional bem elaborada, que considera o tipo de esporte e os objetivos do atleta, pode ser o diferencial entre um bom resultado e um resultado excepcional. É sobre usar a comida a seu favor, de forma inteligente e planejada. Para entender melhor como a nutrição pode ser sua aliada, vale a pena conferir algumas recomendações gerais como as da ABNE.
A alimentação adequada é a base para que o corpo tenha o combustível necessário para atividades físicas intensas e prolongadas. Sem isso, o desempenho cai e o risco de problemas de saúde aumenta.
É importante lembrar que a nutrição esportiva é um campo em constante evolução. Novas pesquisas e tecnologias surgem o tempo todo, buscando formas ainda mais eficazes de ajudar os atletas. Por exemplo, o uso de inteligência artificial para planejar dietas ou o monitoramento de dados de sono e recuperação através de dispositivos vestíveis já são realidade em muitas equipes de ponta. Essas tendências mostram como a ciência está cada vez mais integrada ao planejamento alimentar para otimizar o desempenho. Para quem busca se aprofundar, um bom livro sobre nutrição esportiva pode oferecer um panorama completo.
Macronutrientes Essenciais para a Performance Atlética
Para qualquer atleta que busca o máximo em seus treinos e competições, entender o papel dos macronutrientes é o primeiro passo. São eles que fornecem a energia e os blocos de construção que o corpo precisa para funcionar bem, se recuperar e ficar mais forte. Não é só comer, é comer de forma inteligente.
Carboidratos: Combustível para Resistência e Energia
Pense nos carboidratos como a gasolina de alto octanagem para o seu corpo. Eles são a fonte de energia mais rápida e acessível, especialmente para atividades intensas e prolongadas. Quando você come carboidratos, eles são convertidos em glicogênio e armazenados nos músculos e no fígado. Esse glicogênio é o que seu corpo usa durante o exercício. Se você não tem o suficiente, a fadiga chega mais cedo e o desempenho cai.
- Atletas de endurance: Geralmente precisam de uma quantidade maior, algo entre 6 a 10 gramas por quilo de peso corporal por dia, dependendo da intensidade e duração do treino. Para provas muito longas, pode ser necessário até mais.
- Fontes: Prefira carboidratos complexos como aveia, arroz integral, batata doce e frutas. Eles liberam energia de forma mais gradual.
- Timing: Consumir carboidratos antes, durante (para atividades acima de 60-90 minutos) e após o treino é importante para manter os níveis de energia e repor o glicogênio.
A quantidade exata de carboidratos varia muito. O que funciona para um corredor de maratona pode não ser ideal para um levantador de peso. É tudo sobre ajustar às suas necessidades específicas.
Proteínas: Aliadas na Recuperação e Reparo Muscular
As proteínas são os tijolos do nosso corpo, e para atletas, elas são especialmente importantes para reparar os músculos que sofrem microlesões durante o exercício. Uma ingestão adequada de proteínas ajuda na recuperação, na construção de massa muscular e na manutenção da força. Sem elas, o corpo tem dificuldade em se reconstruir e ficar mais forte.
- Recomendação: Para a maioria dos atletas, a faixa fica entre 1.6 a 2.2 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia. Atletas de força podem precisar de um pouco mais.
- Distribuição: É melhor distribuir a ingestão de proteínas ao longo do dia, em vez de concentrar tudo em uma única refeição. Tente incluir cerca de 20-40 gramas por refeição.
- Qualidade: Fontes de proteína de alta qualidade, como carnes magras, peixes, ovos, laticínios e proteínas vegetais como leguminosas e tofu, são ideais.
Gorduras Saudáveis: Benefícios Anti-inflamatórios e Cardiovasculares
As gorduras muitas vezes recebem uma má reputação, mas são vitais para a saúde e o desempenho. Elas são uma fonte de energia concentrada, especialmente para atividades de baixa intensidade e longa duração. Além disso, gorduras saudáveis ajudam na absorção de vitaminas importantes e têm um papel anti-inflamatório, o que pode ajudar na recuperação e na prevenção de lesões. Nutrientes para atletas incluem uma boa variedade de gorduras.
- Fontes: Abacate, azeite de oliva extra virgem, nozes, sementes (chia, linhaça) e peixes gordurosos (salmão, sardinha) são ótimas opções.
- Quantidade: Geralmente, as gorduras devem compor entre 20% a 35% do total de calorias diárias de um atleta.
- Importância: Gorduras como o ômega-3 são conhecidas por suas propriedades anti-inflamatórias, o que é um bônus para quem treina pesado regularmente.
Entender como esses três macronutrientes trabalham juntos é a chave para um planejamento alimentar eficaz. Não se trata de cortar ou exagerar em um deles, mas sim de encontrar o equilíbrio certo para o seu esporte e seus objetivos.
Hidratação e Micronutrientes: Pilares da Saúde do Atleta
A Importância Vital da Hidratação Adequada
Muita gente foca só no que come, mas esquece de beber água. E olha, isso faz uma diferença danada no desempenho. Perder só 2% do seu peso em água já pode te deixar mais lento e cansado. É como tentar correr com os pneus murchos, sabe? A água ajuda o corpo a funcionar direitinho, transporta nutrientes e regula a temperatura. Então, não vacila: beba água antes, durante e depois do treino. Para atividades mais longas, vale a pena pensar em bebidas esportivas que repõem o que você perde pelo suor.
Reposição de Eletrólitos em Atividades Prolongadas
Quando você sua muito, não perde só água. Sais minerais importantes, os eletrólitos, também vão embora. Coisas como sódio, potássio e magnésio são essenciais para os músculos funcionarem bem e para o corpo manter o equilíbrio. Em treinos que duram horas, como uma maratona ou um pedal longo, só água pode não ser suficiente. É aí que entram as bebidas esportivas ou até mesmo alimentos que ajudam a repor esses eletrólitos. Sem eles, as cãibras e a fadiga chegam mais rápido.
Vitaminas e Minerais: Otimizando Funções Corporais
Além da água e dos eletrólitos, tem um monte de vitaminas e minerais que são tipo os ajudantes secretos do seu corpo. Eles não dão energia direta como os carboidratos, mas são super importantes para um monte de coisas. O ferro, por exemplo, ajuda a levar oxigênio para os músculos. A vitamina D e o cálcio são chave para ossos fortes. O magnésio ajuda na recuperação muscular. E por aí vai. Se você tem alguma deficiência, pode sentir o impacto na sua performance e até ficar mais propenso a lesões. Por isso, uma dieta variada é o melhor caminho para garantir que você tenha tudo o que precisa.
Manter o corpo bem hidratado e com os níveis de vitaminas e minerais em dia não é luxo, é necessidade para quem quer treinar pesado e se sentir bem. Pense nisso como a manutenção básica do seu motor de alta performance.
Estratégias Nutricionais para Diferentes Modalidades Esportivas
Cada esporte tem suas próprias exigências, e a alimentação precisa acompanhar isso. Não adianta comer igual um maratonista se você joga vôlei, sabe? A ideia é ajustar o que você come para o tipo de esforço que seu corpo vai fazer.
Nutrição para Esportes de Endurance
Para quem corre longas distâncias, pedala por horas ou nada maratonas, a principal meta é manter a energia lá em cima. Isso significa que os carboidratos são seus melhores amigos. Eles são o combustível principal para o corpo aguentar o tranco por muito tempo. A gente fala de uma ingestão alta, que pode variar bastante dependendo da intensidade e duração do treino. É importante pensar em carboidratos que liberam energia aos poucos, para não ter aquela queda brusca. Além disso, a hidratação é super importante, e não só com água, mas com reposição de eletrólitos, que a gente perde suando.
- Carboidratos: A base da energia para atividades prolongadas.
- Hidratação: Manter o corpo hidratado com água e eletrólitos.
- Timing: Planejar o que comer antes, durante e depois para sustentar o desempenho.
Para atletas de endurance, a estratégia de ingestão de carboidratos durante o exercício, focando em 60-90g por hora, pode fazer uma diferença notável no desempenho e na redução da fadiga.
Nutrição para Esportes de Força e Potência
Já quem levanta peso, arremessa ou faz saltos, precisa de outra abordagem. Aqui, a proteína ganha destaque. Ela é a responsável por reparar e construir os músculos que sofrem com os treinos intensos. A quantidade de proteína por dia é maior, e é bom distribuir essa ingestão ao longo do dia, não só depois do treino. Os carboidratos ainda são importantes para dar aquela energia rápida para os treinos pesados, mas a proporção muda um pouco. Gorduras saudáveis também entram no jogo, ajudando na recuperação e na saúde geral.
- Proteínas: Essenciais para a recuperação e crescimento muscular.
- Carboidratos: Fornecem energia para treinos de alta intensidade.
- Gorduras Saudáveis: Apoiam a recuperação e funções hormonais.
Adaptações Nutricionais em Esportes Coletivos e de Combate
Esportes como futebol, basquete, lutas e boxe têm um ritmo diferente. Eles misturam momentos de alta intensidade com períodos de recuperação. Por isso, a nutrição precisa ser flexível. É preciso ter energia para os picos de esforço, mas também se recuperar rápido para o próximo lance ou round. Para esportes de combate, o controle de peso pode ser um fator extra, exigindo um planejamento cuidadoso para não prejudicar a performance. A recuperação pós-exercício é chave aqui, com uma boa combinação de carboidratos e proteínas para repor as energias e reparar os músculos. O CrossFit, por exemplo, combina elementos de força e resistência, exigindo uma dieta equilibrada que contemple todos os macronutrientes.
- Energia: Combinação de carboidratos para picos de intensidade.
- Recuperação: Proteínas e carboidratos para reparo muscular e reposição de glicogênio.
- Controle de Peso: Estratégias específicas para modalidades com categorias de peso.
Timing Nutricional: O Momento Certo para Cada Refeição
Sabe aquela sensação de estar com pouca energia bem no meio do treino mais puxado? Ou aquela dificuldade em se recuperar depois de um dia intenso de exercícios? Muitas vezes, a resposta para esses problemas não está só no o quê você come, mas principalmente no quando. O timing nutricional, ou seja, o momento estratégico de cada ingestão, pode ser um divisor de águas para a sua performance e recuperação.
Pensar no timing alimentar não é frescura, é ciência aplicada. É sobre garantir que seu corpo tenha o combustível certo na hora que ele mais precisa, seja para aguentar a carga de um treino longo, para dar aquele gás extra em uma competição, ou para se reconstruir depois do esforço.
Planejamento Pré-Treino e Pré-Competição
Antes de qualquer atividade física, o objetivo é preparar o corpo. Isso significa garantir que as reservas de energia estejam cheias e que o corpo tenha os blocos de construção necessários para o esforço que virá. Para treinos mais longos ou competições, o foco é nos carboidratos, que são a principal fonte de energia rápida. Uma refeição rica em carboidratos de digestão mais lenta, consumida algumas horas antes, pode ser ideal. Já mais perto do treino, algo mais leve e de fácil absorção, como uma fruta, pode ser o suficiente.
- 2-4 horas antes: Refeição completa com carboidratos complexos e uma fonte moderada de proteína. Pense em algo como arroz integral com frango grelhado e legumes, ou aveia com frutas e um pouco de iogurte.
- 30-60 minutos antes: Lanche leve e de rápida absorção. Uma banana, uma barra de cereal com baixo teor de gordura, ou um punhado de frutas secas são boas opções.
A ideia aqui é evitar desconforto gastrointestinal e garantir que a energia esteja disponível sem sobrecarregar a digestão durante o exercício.
Estratégias Nutricionais Durante o Exercício
Para atividades que duram mais de 60 a 90 minutos, a reposição de energia e fluidos durante o exercício se torna fundamental. Ignorar isso é como tentar dirigir um carro com o tanque quase vazio. A perda de líquidos e eletrólitos pode levar à fadiga, cãibras e queda drástica de performance. A estratégia aqui varia muito com a intensidade e duração, mas geralmente envolve a ingestão de carboidratos de rápida absorção e a reposição de líquidos.
- Carboidratos: Gel, bebidas esportivas ou gomas são práticos para consumir em movimento. A quantidade ideal varia, mas algo em torno de 30-60g por hora pode ser um bom ponto de partida para muitos atletas.
- Hidratação: Beber água regularmente é o básico. Em atividades muito longas ou em ambientes quentes, bebidas esportivas que repõem eletrólitos, como o sódio, são importantes.
Otimizando a Recuperação Pós-Treino e Pós-Competição
O período após o treino ou competição é uma janela de oportunidade para o corpo se recuperar e se adaptar. O objetivo principal é repor as energias gastas e iniciar o processo de reparo muscular. A combinação de carboidratos e proteínas é a chave aqui. Os carboidratos ajudam a repor o glicogênio muscular (a reserva de energia), enquanto as proteínas fornecem os aminoácidos necessários para reparar e construir o tecido muscular danificado pelo exercício. Consumir carboidratos e proteínas logo após o evento pode acelerar esse processo.
- Carboidratos: Para repor o glicogênio. Frutas, pães, massas, ou bebidas esportivas funcionam bem.
- Proteínas: Para a reparação muscular. Leite com chocolate, iogurte proteico, shakes de proteína, ou refeições com frango, peixe ou ovos são boas escolhas.
O timing ideal para essa refeição pós-exercício costuma ser nas primeiras horas após o término da atividade, mas a consistência ao longo do dia também é importante para atingir as metas diárias de proteína. Distribuir proteínas ao longo do dia ajuda a manter um fluxo constante de aminoácidos para os músculos.
Individualização e Acompanhamento no Planejamento Alimentar
Sabe, não adianta muito ter um plano alimentar super elaborado se ele não for feito sob medida pra você. Cada atleta é um universo à parte, com rotinas, corpos e objetivos que mudam o tempo todo. É aí que entram a individualização e o acompanhamento de perto.
A Avaliação Individualizada do Atleta
Antes de tudo, é preciso entender quem é você. Isso vai muito além de só saber se você gosta ou não de brócolis. A gente precisa olhar para o seu tipo de esporte, a intensidade dos seus treinos, como seu corpo responde a diferentes alimentos e até mesmo sua genética, se possível. Uma boa avaliação é o ponto de partida para qualquer plano que realmente funcione. É como um mapa detalhado antes de começar uma longa jornada. Sem ele, você pode acabar se perdendo no caminho.
A nutrição personalizada garante que o atleta receba exatamente os nutrientes que seu corpo precisa para funcionar de forma otimizada, ajudando na manutenção de energia, na construção muscular, e na recuperação pós-exercício.
Diários Alimentares e Monitoramento de Desempenho
Manter um diário alimentar é uma ferramenta simples, mas poderosa. Anotar o que você come, quando come e como se sente depois ajuda a gente a identificar padrões, ver se algo está faltando ou se alguma coisa está te deixando pesado. Junto com isso, monitorar seu desempenho é chave. Não é só sobre bater recordes, mas entender como seu corpo está reagindo aos treinos e à alimentação. Ferramentas como aplicativos de treino ou até mesmo um bom e velho caderno podem ajudar a registrar tudo isso. A gente pode até olhar para exames de composição corporal de tempos em tempos para ver se a massa muscular está crescendo e a gordura diminuindo, como planejado.
- Registro detalhado: Anote tudo, desde a refeição principal até aquele lanchinho rápido.
- Feedback do corpo: Observe como você se sente após comer certos alimentos ou durante os treinos.
- Ajustes: Use essas informações para fazer pequenas mudanças no plano, tornando-o mais eficaz.
A Importância do Acompanhamento Profissional
Ter um profissional ao seu lado faz toda a diferença. Ele não só te ajuda a montar esse plano personalizado, mas também te acompanha de perto, fazendo os ajustes necessários conforme você evolui ou quando surgem imprevistos. É um trabalho em equipe. O nutricionista esportivo, por exemplo, pode te dar orientações personalizadas que vão além do básico, adaptando a dieta para suas necessidades específicas e te educando sobre escolhas alimentares inteligentes. Esse tipo de acompanhamento individualizado é o que separa os atletas que apenas treinam daqueles que realmente otimizam seu potencial.
Fatores Psicossociais e o Planejamento Alimentar
Às vezes, a gente foca tanto na comida, nos treinos, nos suplementos, que esquece que a cabeça e o corpo estão super conectados, né? É tipo tentar consertar um carro sem olhar o motor direito. O estresse do dia a dia, a qualidade do nosso sono e como a gente se sente mentalmente podem bagunçar todo o planejamento alimentar, mesmo que ele seja perfeito no papel. Não adianta ter a melhor dieta do mundo se você está dormindo mal e super estressado, porque isso afeta como seu corpo usa os nutrientes e até o seu apetite.
Impacto do Estresse e Sono na Nutrição
O estresse, por exemplo, pode dar uma reviravolta no seu estômago e na sua fome. Tem gente que perde totalmente o apetite, outros comem mais do que deviam. E o sono? Ah, o sono é sagrado para a recuperação. Se você não dorme bem, seu corpo não se recupera direito, a produção de hormônios importantes fica desregulada e a chance de se machucar aumenta. Um bom planejamento alimentar precisa levar em conta essas coisas. Talvez seja preciso incluir mais alimentos que ajudem a relaxar ou ajustar os horários das refeições para não atrapalhar o descanso.
- Gerenciamento do estresse: Técnicas como meditação ou respiração profunda podem ajudar a acalmar o corpo e a mente, impactando positivamente a digestão e o apetite.
- Rotina de sono: Criar um ambiente propício para dormir, com pouca luz e temperatura agradável, é fundamental.
- Alimentação noturna: Evitar refeições pesadas, cafeína e álcool perto da hora de dormir pode melhorar a qualidade do sono.
Saúde Mental e Hábitos Alimentares
E a saúde mental, então? Se você está passando por um momento difícil, ansioso ou se julgando demais, seguir uma dieta pode virar um fardo. Às vezes, a pressão para ter um corpo perfeito ou para atingir metas pode levar a comportamentos alimentares nada saudáveis, como restrições extremas ou compulsão. É aí que entra a importância de um acompanhamento que olhe para o atleta como um todo, não só para o desempenho físico. Saber lidar com a ansiedade e o autocontrole é tão importante quanto saber a quantidade certa de carboidrato. A ansiedade e o julgamento podem ser grandes vilões aqui.
Nutrição e Bem-Estar Emocional do Atleta
No fim das contas, o bem-estar emocional e a nutrição andam de mãos dadas. Uma alimentação equilibrada pode, sim, ajudar a melhorar o humor e a disposição. E quando o atleta se sente bem, tanto física quanto mentalmente, o desempenho melhora naturalmente. É um ciclo positivo. Pensar em como a comida afeta seu humor e como seu humor afeta sua comida é parte de um planejamento alimentar inteligente. Lembre-se que a nutrição é um dos pilares para uma vida mais saudável e com mais qualidade.
O planejamento alimentar para atletas não se resume a calorias e macronutrientes. Ele precisa considerar o atleta em sua totalidade, incluindo seu estado mental, a qualidade do seu sono e como ele lida com as pressões do esporte. Ignorar esses fatores é como construir uma casa sem alicerces sólidos.
Conclusão: O Próximo Passo para o Seu Melhor Desempenho
No fim das contas, cuidar do que você come é tão importante quanto o treino em si. Não é só sobre ter mais energia para correr mais rápido ou levantar mais peso, mas também sobre manter o corpo saudável por mais tempo e evitar aquelas lesões chatas que te tiram da ativa. Cada atleta é um universo à parte, com suas próprias necessidades e rotina. Por isso, um plano alimentar genérico não vai te levar tão longe. O ideal mesmo é procurar um profissional, tipo um nutricionista esportivo, que vai olhar tudo isso e montar algo que realmente funcione para você. Pense nisso como um investimento na sua saúde e no seu futuro no esporte. Com a alimentação certa, você não só melhora o desempenho agora, mas garante que possa continuar competindo e se sentindo bem por muitos anos.
Perguntas Frequentes
Por que comer bem é tão importante para quem pratica esportes?
Comer bem é como dar o melhor combustível para o seu corpo. Para quem treina, isso significa ter mais energia para os exercícios, se recuperar mais rápido depois e até evitar machucados. É a base para o corpo funcionar direitinho e ter um bom desempenho.
Quais são os ‘combustíveis’ principais que um atleta precisa?
Os principais ‘combustíveis’ são os carboidratos, que dão energia rápida; as proteínas, que ajudam a construir e consertar os músculos; e as gorduras boas, que protegem o corpo e o coração. É como ter um kit completo de ferramentas para o corpo trabalhar bem.
Beber água é mesmo tão importante assim?
Sim, beber água é super importante! Quando você se exercita, perde água pelo suor. Se não beber o suficiente, seu corpo não funciona direito, você se cansa mais rápido e pode até passar mal. Em treinos longos, às vezes precisa de algo mais que água para repor sais minerais.
Preciso comer de um jeito diferente se eu corro muito ou se levanto peso?
Com certeza! Quem corre muito (endurance) precisa de mais carboidratos para ter energia por mais tempo. Já quem levanta peso (força) precisa de mais proteína para os músculos crescerem e se recuperarem. Cada esporte pede um tipo de ‘combustível’ especial.
Quando devo comer antes e depois de treinar?
Comer antes do treino ajuda a ter energia. Comer depois, especialmente proteínas e carboidratos, ajuda o corpo a se recuperar e os músculos a ficarem fortes. O ideal é comer algo leve e nutritivo umas 2 ou 3 horas antes, e fazer uma refeição completa até 1 hora depois do treino.
Preciso ir a um nutricionista para ter um plano alimentar?
Não é obrigatório, mas é muito recomendado! Um nutricionista esportivo sabe exatamente o que seu corpo precisa, dependendo do esporte que você pratica, da sua rotina e dos seus objetivos. Ele cria um plano só para você, o que ajuda muito a ter o melhor resultado e a se manter saudável.